Mural: Entre 2005 e 2008, o artista paulistano Stephan Doitschinoff, também conhecido como Calma, morou na cidade de Lençóis, no interior da Bahia, onde se dedicou a "pintar uma cidade inteira", como ele conta no documentário "Temporal - The Art of Stephan Doitschinoff",
Em Lençóis, Doitschinoff pintou muros, capelas e casas de moradores. O documentário, de cerca de 13 minutos, e o livro registram o processo. Na publicação há ainda fotografias da produção anterior do artista. http://entretenimento.uol.com.br/ultnot/2009/05/05/ult4326u1282.jhtm
http://www.muleke-malukinho.net/nacionais/nac_e/Erasmo_Carlos_-_Mulher_(Vin)_(mm).mid Neste dia dedicado à você, apenas Ele, o Grande Arquiteto do Universo, com sua ilimitada perfeição poderia enviar ao mundo uma semente tão bela e graciosa, uma criatura dessemelhante. Mãe, filha, avó, amiga, esposa, amante, cúmplice, carinhosa, atenciosa, perseverante, corajosa, majestosa, imponente, humilde, orgulhosa, etc. (seria pouco)... Adjetivos não faltam, mas seriam ínfimos face à Sua grandiosidade, Mulher! Nós, homens por mais que tentássemos cristalizar em uma única palavra, toda uma abrangência plena, intrínseco deste ser angelical designado Mulher, seríamos incapazes de fazê-lo. Meu uterino-umbilical abraço, neste dia que é apenas uma síntese contextual de uma vida toda de dedicação, amor e carinho... Mulher, todo dia é o seu dia! Sou forte, mas não chego aos teus pés – já cantava o poeta!
“apenas uma pequena parcela de nosso conhecimento está nos tratados, nos livros, nas teses escolásticas. A parte mais importante, porém, habita toda e qualquer alma pura, que se delicia nos mistérios – e bebe da fonte do desconhecido, sem tentar explicá-la”.
“Para conhecer esta fonte, é preciso lembrar-se de coisas da infância e olhar tudo que se passa a nossa volta com uma visão espiritual, densa, alegre”.
“As pessoas falam de sonhos como algo que se desmancha no ar, como uma nuvem. Se percebessem que a nuvem não se desmancha, mas se transforma e se transmuta em chuva, então entenderiam melhor o que quero dizer”. *P. Coelho